Professora Ana Paula

Devagar e Sempre!!!

Textos


PARTE IV (ÚLTIMA)
 
Advertência: o conteúdo a seguir só será inteligível se você estiver a acompanhar os excertos de 1 a 3. Obs.: cada fragmento publicado registra o antecedente para facilitar sua leitura: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-politica/7009145
 
O sonho de dominar o mundo, na pós-modernidade (nada) reflexiva, opera tecnologicamente e mediante instituições supranacionais no palco social complexo, incerto, plural e de riscos. A Organização das Nações Unidas (ONU) é fruto do término da Grande Guerra de 1939-1945. Empós, surgiu sua “filial” na área da saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde).

A OMS despontou, em tese, com a proposta de cuidar das questões relacionadas à saúde planetária. Trata-se de agência tida por especializada das Nações Unidas. Atualmente, mais de sete mil pessoas trabalham em cento e cinquenta escritórios em diversos países. Os números não são desprezíveis.

Seu objetivo consiste em garantir – a todas as pessoas – o mais elevado nível de saúde. De acordo com a própria OMS, saúde significa estado de completo bem-estar físico, mental e social. Não é só ausência de doenças portanto. A dúvida eloquente: por que, sendo financiada com recursos coletivos, não foi mais efetiva em relação à pandemia contemporânea? Por que – em vez de agir proativamente – comportou-se reativamente?

Como diria Shakespeare, há mais cousas entre os céus e terras que nossa vã filosofia possa imaginar! Parece, assim, acertada a decisão do Presidente Donald Trump ao suspender o financiamento norte-americano da OMS, após criticar sua atuação publicamente. Urge agir (não apenas, reagir).

O sistema da ONU se afirma como apartidário e/ou científico. Ante o caos, contudo, eis a sensação que erige: se há lenda, confusão e comportamento paradoxal, tudo leva a crer existir “algo de podre no reino da Dinamarca” - recordando Shakespeare mais uma vez (Hamlet).

As instituições globais são a reprodução do modus operandi de suas partes integrantes. As tiranias, hoje, são de toda ordem: pela força das armas, pela guerra biológica, pelas vias tecnológicas. Associado a tudo isso, a utopia da “supranacionalidade”.

Uma pequena “elite” - presentada pela ONU e suas sucursais – não responde a ninguém. Atua acima das soberanias nacionais. Obiter dictum: seus agentes não são eleitos pela população internacional. Na prática: férteis terrenos para tomada de decisão eminentemente ideológica e tendenciosa politicamente – não, necessariamente, em prol do interesse público primário. Conclusão: o (a) COVID-19 significou (e significa) “agente” anticapitalista a serviço de uma “comunidade universal” liderada pelo eixo totalitário comunista. Que mundo se está a criar?

 
Professora Ana Paula
Enviado por Professora Ana Paula em 19/07/2020
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